COMO FOI

2018

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Na sétima edição, com o tema Lugares de resistência, o festival proporcionou reflexões acerca da construção de uma memória coletiva. Neste ano, foram realizadas 53 ações distribuídas entre apresentações, oficinas, workshops e debates. guagens cênicas contemporâneas,

 #depoimento 

ALEXANDRE MANCHINI
Ator | Núcleo Arcênico

    Acompanhar a trajetória do FACE, é acompanhar a história do Protótipo Tópico e mais, é acompanhar um aquecimento artístico na cidade de Bauru. Nasci em Garça e conheço Bauru de outros “carnavais” e sua montanha russa de ápices e declínios da cena cultural. Nada fora do comum nas cidades do sertão do interior paulista, mas a última e duradoura primavera cultual da “Cidade sem limites” deve muito ao FACE e seus 10 anos.

     Claro que não existe uma receita para fazer um festival de sucesso, mas o Festival de Artes Cênicas de Bauru, agrega características que eu considero determinantes para ter se tornado uma referência no interior paulista. O principal é ser um Festival feito por um coletivo de artistas independentes que não só produzem conteúdos, mas que, principalmente, investigam os meandros das artes cênicas.

     Tendo participado de 5 edições nestes 10 anos, fica evidente a mim que o FACE não é só uma programação anual que concentra um fluxo maior de público, mas sim uma espécie de celebração de um movimento contínuo de fomento à cultura e resistência no ofício artístico. Sua energia não vem das instituições que penduram suas logos na contracapa do programa impresso, mas sim do engajamento, trabalho, esforço, suor e dedicação dos artistas e profissionais que realizam o festival. Um movimento que insurge das trincheiras que sustentam o palco e isso é inabalável.

     As memórias que guardo – com muito carinho e gratidão – são inúmeras: desmontagens de madrugada; apresentação do “Máfia” na “Bodega”; um desmaio após a apresentação de “A ver estrelas”, 2000 tijolos em cima do palco do teatro municipal n’A Fé que Acostumou a Falhar”, quase ser morto por molhar o palco do Protótipo – e enxugar tudo rapidinho – no “Crise de Gente”... Enfim, nesse ano vamos sujar as paredes de giz!

Essa é a edição de 10 anos do FACE, mas eu chamo de “edição dos PRIMEIROS 10 anos...” Vida longa ao FACE!
 

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[H3O]MENS - Cia. 4 Pra Nada

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As três Marias - Núcleo Chicote de Língua

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Urrou - Monica Alvarenga

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A Guerra de Pietrovit -  Protótipo Tópico

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Cabaret - Apresentação de Larissa Zulian

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Naifs - Daiane Baumgartner e João Sobral

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Preâmbulo - Protótipo Tópico

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Bicho Transparente - Protótipo Tópico

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Grazi Ellas - Teatro de Garagem

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Por um X - Grupo Por um X

Por um X - Grupo Por um X

Fotos de Bianca Brito

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ESPETÁCULOS

  • Carmem - Cia Estável de Dança de Bauru

  • Nerina, a ovelha negra - Maracujá Laboratório de Artes

  • Bicho Transparente - Protótipo Tópico

  • Preâmbulo - Protótipo Tópico

  • A Guerra de Pietrovit -  Protótipo Tópico

  • A fé que acostumou a falhar - Núcleo Arcênico de Criações

  • A-PROJECT - Eivind Reierstad 

  • Mix_Sync – Gestos de Escuta - Marcelo Bressanin

  • Naifs - Daiane Baumgartner e João Sobral

  • Os três sobreviventes de Hiroshima - Nagai Produções

  • As três Marias - Núcleo Chicote de Língua

  • [H3O]MENS - Cia. 4 Pra Nada

  • Por um X - Grupo Por um X

  • Urrou - Monica Alvarenga

  • Grazi Ellas - Teatro de Garagem 

  • Manual do Olho -  Sinuhe LP

  • Fome.doc - Kiwi Cia de Teatro

  • A programação do 7º FACE ainda contou as atividades do ‘Procurar-te’, com a palestra ‘Cultura e história: uma abordagem interdisciplinar’, com Roger Marcelo Martins e mediação dos professores Mediador Prof. Rafael Resende e Marques da Silva, da Unisagrado 

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